Apesar de contraindicada por especialistas, a automedicação em pets ainda é uma prática frequente entre os tutores no Brasil. De acordo com a pesquisa Radar Pet 2020, 19% dos responsáveis já administraram medicamentos aos seus animais de estimação sem qualquer orientação profissional.
Esse comportamento costuma surgir diante de sintomas comuns como vômito, diarreia, perda de pelo, coceira e, em casos graves, pancreatite. Na tentativa de aliviar o mal-estar do animal de forma rápida, muitos recorrem ao próprio armário de remédios.
Entretanto, essa conduta representa sérios riscos à saúde do animal. O uso de fármacos sem prescrição veterinária pode provocar intoxicação, agravar o quadro clínico, dificultar o diagnóstico correto e comprometer a eficácia do tratamento adequado.
O perigo dos “conselhos de amigos”
A pesquisa revela outro hábito preocupante: 22% dos responsáveis seguem conselhos de outros donos de animais antes de buscar auxílio profissional. Sobre esse risco, a Dra. Flávia Clare, médica-veterinária especializada em dermatologia e professora do Centro Universitário de Valença (UNIFAA), alerta:
“Vemos com frequência as pessoas recorrerem à opinião de amigos, conhecidos e até mesmo de balconistas de pet shop quando o pet apresenta algum sintoma, mas isso pode ser extremamente perigoso. Cada animal é único, e o que funcionou para um pode ser ineficaz – ou até prejudicial – para outro.”

Interrupção do tratamento e o “efeito rebote”
Outro ponto crítico abordado pela especialista é a interrupção do tratamento por conta própria. Em condições pré-existentes, como doenças dermatológicas, abandonar a medicação prescrita pelo médico-veterinário pode agravar o quadro e prolongar o desconforto do animal.
Por que não parar a medicação?
Muitas vezes, a melhora visível não significa cura. Dra. Flávia explica as consequências dessa interrupção precoce:
“Em um cão atópico, por exemplo, o alívio imediato de uma coceira não significa que a causa do problema foi resolvida. Muitos responsáveis abandonam tratamentos assim que os sinais clínicos diminuem, sem orientação, e os sintomas tendem a retornar com mais intensidade. Em certos casos, o organismo do animal pode até desenvolver resistência ao tratamento.”
Riscos da troca de medicação sem orientação
A substituição de medicamentos sem o aval de um veterinário — seja por indicação de terceiros ou baseada em experiências anteriores com outros animais — também compromete a resposta terapêutica e pode provocar reações adversas graves.
“Cada medicamento possui indicações específicas, dosagem adequada e mecanismos de ação distintos. A substituição da medicação pode mascarar sintomas importantes e dificultar o controle da doença. Além disso, expor o pet a novos medicamentos sem orientação veterinária é muito perigoso, porque algumas substâncias podem sobrecarregar o organismo do animal, especialmente fígado e rins, que são responsáveis por filtrar esses compostos”, alerta a especialista.
A importância do acompanhamento veterinário
A Zoetis, líder global em saúde animal, reforça a importância do acompanhamento profissional em todas as etapas do cuidado. Isso é vital especialmente na escolha de medicamentos para condições crônicas, como a coceira associada à dermatite atópica.
Dentro de seu portfólio, o Apoquel® (oclacitinib) destaca-se como uma opção segura e eficaz para o controle da coceira associada às dermatites alérgicas e atópica em cães. O medicamento atua na redução da inflamação, promovendo alívio rápido — em até 4 horas — e prolongado.
Com mais de 10 anos de mercado e mais de 90 milhões de tratamentos realizados globalmente, o produto contribui para a qualidade de vida dos pets. Para mais informações, consulte sempre um médico-veterinário.

Sobre a Zoetis
Como empresa líder mundial em saúde animal, a Zoetis é movida por um propósito singular: fortalecer o mundo e a humanidade por meio do avanço no cuidado com os animais. Depois de inovar maneiras de prever, prevenir, detectar e tratar doenças animais por mais de 70 anos, a Zoetis continua apoiando aqueles que criam e cuidam de animais em todo o mundo – de veterinários e responsáveis de animais de companhia a criadores de gado e pecuaristas.
O portfólio líder de medicamentos, vacinas, diagnósticos e tecnologias da empresa faz a diferença em mais de 100 países. Uma empresa da Fortune 500, a Zoetis gerou uma receita de US$ 9,3 bilhões em 2024, com aproximadamente 13.800 funcionários. Para mais informações, [clique aqui].
Informações à imprensa
Edelman Brasil
ZoetisBR@edelman.com

Gilberto Vieira de Sousa é Jornalista (MTB 0079103/SP), Técnico em Sistemas de TV Digital, Fotografo Amador, Radioamador, idealizador e administrador dos sites GibaNet.com e cotajuridica.com.br, Redator no Programa Lira em Pauta, Editor da Revista Konect Brazil e do site Assessoria Animal
